A economia política da diferença: crise e renovação do marxismo no debate da Nova Esquerda

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29182/hehe.v29i1.1098

Palavras-chave:

Marxismo, Nova Esquerda, Opressões, Reprodução Social, Crítica da Economia Política

Resumo

O artigo analisa as transformações teóricas da economia política marxista em seu diálogo com os movimentos sociais da Nova Esquerda desde os anos 1960. Argumenta-se que, diante da crítica ao suposto economicismo e universalismo do marxismo clássico, parte significativa da tradição reformulou seu vocabulário e ampliou seu campo de análise, incorporando as dimensões de gênero, raça e natureza à crítica da sociabilidade capitalista. Com base em um mapeamento bibliográfico, o texto sustenta que o ecossocialismo, o feminismo da reprodução social e o marxismo antirracista e anticolonial consolidaram-se como programas de pesquisa marxistas renovados no campo nos últimos anos. Apresentando a formação dessas correntes e discutindo alguns resultados teóricos do debate entre os partidários da chamada política da diferença e o marxismo, o artigo contribui para a compreensão da história e do lugar atual da crítica da economia política junto às discussões sobre opressões e crise ecológica das ciências sociais contemporâneas.

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Biografia do Autor

Henrique Cunha Viana, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Departamento
de Evolução Econômica, Rio de Janeiro

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Publicado

2026-04-20

Como Citar

CUNHA VIANA, Henrique. A economia política da diferença: crise e renovação do marxismo no debate da Nova Esquerda. História Econômica & História de Empresas, [S. l.], v. 29, n. 1, 2026. DOI: 10.29182/hehe.v29i1.1098. Disponível em: https://mail.hehe.org.br/index.php/rabphe/article/view/1098. Acesso em: 21 abr. 2026.

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